Esta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse não poder confirmar ou desmentir as informações sobre conversações Rússia-EUA na Turquia.

Dois responsáveis oficiais turcos indicaram não ter conhecimento de um encontro entre as delegações norte-americana e russa

O diretor da CIA, William Burns, vai encontrar-se esta segunda-feira em Ancara com o seu homólogo dos serviços de informações russos (SVR), Serguei Naryshkin, para abordar as consequências da eventual instalação de uma arma nuclear russa na Ucrânia, indicou um responsável da Casa Branca.

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De acordo com um responsável do Conselho de Segurança Nacional, citado pela agência noticiosa Associated Press (AP) e que falou sob anonimato, Burns e Serguei Naryshkin, chefe da agência de espionagem russa SVR, não vão abordar a resolução do conflito na Ucrânia.

Burns também deverá abordar os casos de Brittney Griner, a basquetebolista da equipa Phoenix Mercury, e de Paul Whelan, um responsável executivo da empresa Michigan, ambos detidos na Rússia e que a administração do Presidente Joe Biden tem pressionado para que sejam incluídos numa troca de prisioneiros.

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Subscrever A mesma fonte disse que responsáveis oficiais ucranianos foram informados antes da deslocação de Burn para a Turquia.

Esta segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse não poder confirmar ou desmentir as informações sobre conversações Rússia-EUA na Turquia.

Dois responsáveis oficiais turcos indicaram não ter conhecimento de um encontro entre as delegações norte-americana e russa.

Em outubro, o Presidente dos EUA Joe Biden declarou que o risco de um “Armagedão” nuclear estava no seu nível mais elevado desde a crise dos mísseis de Cuba em 1962, após responsáveis russos terem admitido a utilização de armas nucleares táticas na sequência de diversos recuos militares na guerra da Ucrânia, que se prolonga há nove meses após a invasão de 24 de fevereiro.

Apesar dos alertas de responsáveis oficiais norte-americanos sobre a perspetiva de utilização pela Rússia de armas de destruição massiva na Ucrânia, membros da administração da Casa Branca asseguraram que nada tinha sido alertado na perceção dos serviços de inteligência dos EUA sobre a inexistência de planos iminentes do Presidente russo Vladimir Putin para a deslocação de armamento nuclear em direção ao palco do conflito.

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